
Projeto 1 · desde 2001
“PAE” — Projeto Atendimento Emergencial
“A cidadania começa na mesa”
- Justificativa
- Para o PAS “a cidadania começa na mesa”, por isso criou seu primeiro projeto, que visa romper com o ciclo vicioso da fome e da miséria. Consiste na distribuição mensal de cestas básicas de alimentos a 15 famílias (em média) de baixa renda, residentes em São Roque, pelo período inicial de 3 meses e, após estudo do caso, a doação pode chegar ao máximo de 6 meses. As cestas são compostas por alimentos de grande valor nutricional como arroz, feijão, farinha de mandioca, fubá, óleo vegetal, açúcar, entre outros. Ao final de 3 ou 6 meses as participantes são substituídas por novas famílias, para que, democraticamente, um número maior de pessoas tenha acesso ao benefício. Os integrantes do projeto também têm que fazer a sua parte, cumprindo diversas exigências que promovem a integração/reintegração na comunidade, elevam a autoestima e proporcionam melhores condições de vida.
- Tipo dos serviços
- “Atendimento” e “Defesa e Garantia de Direitos”.
- Nome do serviço
- Proteção Social Básica (proteção e atendimento integral à família).
- Abrangência
- Municipal.
- Localização
- Rua Enrico Dell’Acqua, 288 — Centro — São Roque/SP.
- Funcionamento
- Dia e horário: terça-feira, das 14h00 às 16h00.
- Número de atendidos: 15 famílias/mês (no mínimo).
- Usuários
- Pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade ou risco pessoal e social, que procurem pelo PAS por conta própria ou encaminhadas pelo Poder Judiciário, Poder Público, Conselho Tutelar ou outros.
- Objetivo geral
- Romper o ciclo vicioso da fome e da miséria.
- Objetivos específicos
- Atender emergencialmente as famílias cadastradas;
- Incentivar o exercício da cidadania e a melhoria da qualidade de vida para elevar a autoestima;
- Exigir o cumprimento das condicionalidades, evitando o assistencialismo.
- Operacionalização ou estratégias
- Preenchimento de cadastro, encaminhando para os serviços existentes;
- Doação de cesta básica, roupas, sapatos, medicamentos, gás, etc.;
- Regularizar a documentação da família;
- Melhoria das condições de habitabilidade, nos casos de extrema necessidade, utilizando mão de obra da própria família como contrapartida;
- Fazer cumprir as condicionalidades através de visitas pelas voluntárias: 1) apresentar a documentação de todos os membros, carteira de vacinação dos filhos menores e comprovante de frequência dos filhos com idade escolar; 2) as gestantes deverão fazer acompanhamento pré-natal que, se comprovado, dá direito ao enxoval completo; 3) após o nascimento, acompanhar o crescimento do bebê até um ano, amamentando pelo menos até os 6 meses; 4) se houver casos de dependência química, deverão frequentar as reuniões do AA — Alcoólicos Anônimos.
- Recursos
- Humanos: voluntários (1 coordenadora, 1 atendente, 2 voluntárias para visitas).
- Financeiros: doações de pessoas físicas, empresas e eventos.
- Materiais: mantidos com recursos próprios.
- Monitoramento e avaliação
- O monitoramento é feito pela coordenadora do projeto;
- A avaliação é feita pela coordenadora e por toda a equipe de trabalho (voluntários, parceiros, integrantes), considerando os indicadores: a) cumprimento das exigências; b) comparecimento na entidade quando convocados; c) satisfação pessoal, relacionamento familiar, com vizinhos e com a comunidade em geral;
- A equipe de trabalho avalia cada participante após 3 meses de atendimento, para decidir sobre o desligamento, a permanência no projeto ou o encaminhamento ao PROMAS.
Observação: as famílias permanecem no projeto de 3 a 6 meses; caso a necessidade persista, são encaminhadas ao PROMAS — Projeto Mãos Solidárias.
R$ 120 é uma cesta básica. É uma família de São Roque que come este mês.
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